Por Walace Alves
Todos nós, de uma maneira ou outra, buscamos diariamente na literatura, universidade ou profissionais com quem já convivemos referências para balizar nosso estilo de gestão, além de, muitas vezes, referenciarmo-nos em outra fonte inesgotável de exemplos: o esporte.
Esse espetáculo fantástico e essencialmente humano nos mostra, claramente, situações por meio das quais podemos basear a maneira que gerimos nossas equipes. Recentemente, um programa esportivo fez uma homenagem aos 15 anos da nossa conquista do tetracampeonato de futebol mostrando imagens dos bastidores da campanha vitoriosa.
Foram exibidos depoimentos, lances de jogos, vestiários e contados detalhes muito importantes para o sucesso obtido por aquele grupo. A começar pelo momento em que o comandante pensou em jogar a toalha, passando pela entrada de mãos dadas em campo e chegando ao pênalti batido para fora pelo Roberto Baggio – nada fora esquecido. Nós podemos tirar várias lições daquela competição que podem ser bastante úteis no dia a dia da gestão de equipes, independentemente do tipo de organização para a qual prestamos nossos serviços.
O grupo de jogadores convocados para aquela Copa do Mundo não era o melhor elenco que já havíamos levado. Só para se ter uma ideia, ele tinha como base vários atletas oriundos do fiasco da Copa anterior. Além disso, existiam outras seleções praticando um futebol melhor que o nosso. Isso é um fato! Então, o que fez desse grupo o vencedor daquele campeonato? A revelação dos bastidores é que nos responde de forma bastante simples e direta essa questão: o diferencial foi a equipe, não a de jogadores, e sim a de pessoas!
Walace Alves é administrador e pós-graduado em gerenciamento de empresas e marketing.
Todos nós, de uma maneira ou outra, buscamos diariamente na literatura, universidade ou profissionais com quem já convivemos referências para balizar nosso estilo de gestão, além de, muitas vezes, referenciarmo-nos em outra fonte inesgotável de exemplos: o esporte.
Esse espetáculo fantástico e essencialmente humano nos mostra, claramente, situações por meio das quais podemos basear a maneira que gerimos nossas equipes. Recentemente, um programa esportivo fez uma homenagem aos 15 anos da nossa conquista do tetracampeonato de futebol mostrando imagens dos bastidores da campanha vitoriosa.
Foram exibidos depoimentos, lances de jogos, vestiários e contados detalhes muito importantes para o sucesso obtido por aquele grupo. A começar pelo momento em que o comandante pensou em jogar a toalha, passando pela entrada de mãos dadas em campo e chegando ao pênalti batido para fora pelo Roberto Baggio – nada fora esquecido. Nós podemos tirar várias lições daquela competição que podem ser bastante úteis no dia a dia da gestão de equipes, independentemente do tipo de organização para a qual prestamos nossos serviços.
O grupo de jogadores convocados para aquela Copa do Mundo não era o melhor elenco que já havíamos levado. Só para se ter uma ideia, ele tinha como base vários atletas oriundos do fiasco da Copa anterior. Além disso, existiam outras seleções praticando um futebol melhor que o nosso. Isso é um fato! Então, o que fez desse grupo o vencedor daquele campeonato? A revelação dos bastidores é que nos responde de forma bastante simples e direta essa questão: o diferencial foi a equipe, não a de jogadores, e sim a de pessoas!
Walace Alves é administrador e pós-graduado em gerenciamento de empresas e marketing.
PARA PENSAR
"Ou nós encontramos um caminho ou abrimos um"Aníbal
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